Nós oficialmente recebemos a nossa primeira análise de jogo de um blog e não poderíamos estar mais animados. A análise foi feita pelo Soomla, a empresa responsável pelo plugin que usamos para as o In-App Purchase (compras dentro do jogo) e links para a mídias sociais dentro do Power my Robot. Aqui está o link para o review em inglês e abaixo a tradução do mesmo.

Recentemente joguei um jogo de celular chamado Power my Robot, essencialmente um quebra-cabeça que se aproveita das diferentes capacidades dos smartphones de hoje e combina com o tradicional design de jogabilidade. O resultado é um simples e viciante jogo de quebra-cabeça que você vai adorar ter no seu celular.

 

Foi criado pelo estúdio Warp Lemon, uma dupla de desenvolvedores também por trás do jogo Android [e iOS] Grid Shuffle. Esse jogo, feito para ambos Android e iOS pode ser descrito como um jogo de pinball sem a necessidade de reflexo perfeitos.

 

Inclinando a bola por alí

 

A premisa deste jogo de quebra-cabeça é simples – você lança a bola, assim como você lançaria numa sessão de pinball, na área de jogo. Entretanto, ao invés de tentar manter a bola em jogo o maior tempo, você tem que tentar guiar a bola até uma área pré-determinada, enquanto a fase tenta te parar ou atrapalhar de formas diferentes.

 

O lançamento da bola é um elemento de jogabilidade em si, pois você pode escolher a força que vai atirar, assim como a trajetória (mais ou menos). Além disso, o jogo uso o giróscopio como forma secundária de controle – assim que a bola é enviada para o campo, você pode girar o aparelho para guiar a bola.

 

Essa ‘guia’ também me lembra dos dias quando eu jogava pinball – não é muito eficaz é projetado para não ser – você só pode dar um empurrãozinho para uma direção, o quanto a gravidade permitir. Quase da mesma forma como você daria uma batida numa máquina de pinball quando uma bola estava trancada, ou quando você estava entre a vida e a morte.

 

Deixe me introduzir alguns novos elementos

 

Tem algo que os estúdios de jogos indie normalmente se esquecem, algo que é crucial para que o jogo seja bom de alguma forma, que é manter o jogador interessado por um extendido período de tempo. A melhor forma de fazer isto é manter alguns Ases na manga – não introduza todos os elementos de jogabilidade que foram implementados ao mesmo tempo. Distribua eles para acompanhar o progresso do jogador, de forma que ele(a) está sendo surpreendido por novos desenvolvimentos.

 

O Power my Robot faz isso da melhor forma possível. Existem um total de 3 capítulos, cada um com 20 níveis cada. Primeiro, você não pode abrir um nível se você não terminou o anterior.

 

Em segundo, você não pode abrir um novo capítulo se não terminou todas as fases anteriores. Terceiro, quase a cada nova nível, um novo elemento de jogabilidade é introduzido. E quarto, assim que você termina um capítulo e abre o segundo, você é recebido com cenário tão diferente que genuinamente parece completamente um novo jogo.

 

Com ou sem História?

 

Recentemente eu discuti como que a história pode ser um fator importante em um jogo para ambos os lados – para os jogadores e para os desenvolvedores. Se você está criando um RPG, onde o desenvolvimento de personagem e as reviravoltas são essenciais, então ter uma boa história é crucial. Por outro lado, se você está fazendo um jogo estilo arcade ou um quebra-cabeça (fica a dica), criar uma história extensa pode consumir um monte de tempo e recursos, só para ficar com algo completamente redundante, algo que o jogador não vai prestar nenhuma atenção.

 

O Power my Robot ficou perigosamente perto de cruzar essa linha e entrar no território do redundante, mas ficou longe o suficiente para que a sua história tenha se encaixado bem no jogo, na minha opinião. As bolas que você atira são na realidade pacotes de baterias – você precisa guiá-las para o compartimento das baterias e assim você carrega o seu robô. Assim que você colocar baterias o suficiente (essencialmente quando você termina o nível) e carrega o robô, você pode prosseguir para a próxima fase.

 

E é basicamente isso com relação a história, sendo o suficiente para deixar mais animado e não ser demais.

 

Gráficos, Sons

 

Os gráficos são bons. Os capítulos são codificados por cores, e os níveis tem a quantidade correta de detalhes e espaços em brancos para evitar tumulto. Tudo isso é finalizado com sons que se encaixam perfeitamente, o que é raro ver hoje em dia. A música é num estilo eletro-retrô, música eletrônica da década de 80, o que combina muito bem com o tema robótico do jogo.

 

Considerando tudo, posso dizer que o Power my Robot é um jogo de quebra-cabeça muito bem feito e sólido. É um jogo relativamente grande e usa vários truques para manter a retenção do jogador alta. É suave, com bons gráficos e quebra-cabeças alucinantes. É um daqueles jogos que provavelmente vai ficar no seu celular por um bom tempo.

O artigo foi escrito por Sid James e publicado no blog oficial do Soomla.

Se você ainda não jogou o Power my Robot, baixe agora.

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